Senhora…?

A decisão de casar é seguida de uma série de outras decisões. Nem todas relacionadas à festa: provavelmente a maioria delas estará diretamente ligada à sua vida depois dela, como seu relacionamento com seu marido, a casa e a rotina de vocês e os seus documentos.

Rodando pelas publicações e fóruns de noivas por aí, vi que essa questão é das que mais dão pano para a manga. Por isso resolvi pesquisar – e pesquisar meeeeeeeeeeeeesmo-  nada de falar do caso da amiga de uma amiga da minha vizinha! – para escrever este post.

Considero argumentos como “Está fora de moda” ou “É idiotice fazer assim ou assado” fora de propósito e me proponho unicamente a compartilhar com vocês as informações que eu consegui em fontes diversas (e que cito oportunamente) para que cada uma de vocês possa tomar suas decisões baseadas em fatos e em crenças e hábitos PESSOAIS, portanto, SUBJETIVOS.

Em suma, não existe escolha certa ou errada (ou como ouvi de uma colega que não aceita que as pessoas não façam como ela faz, chamando de “idiota” as escolhas dos outros). O que existem são motivações pessoais que nos levam a escolher determinada opção. Dessa forma, divido as informações que consegui com vocês e espero que vocês dividam o que tiverem comigo. 😉

1) O que a História diz?

Como muitas das tradições de casamentos que trazemos até os dias de hoje, a origem dessa remonta à Roma Antiga. O sobrenome indica o tronco familiar – e ao se casar, a mulher muda de tronco – vai da família do pai à do marido. Existe quem ache que manter essa tradição seja machista, existe quem diga que isso não vale hoje pois a mulher não é obrigada a tirar o(s) sobrenome(s) do(s) pai(s).

Além do mais, uma série de tradições dos casamentos estão ligados às costumes que possivelmente sejam considerados machistas: o noivo entra carregando a noiva em sua casa não só para simbolizar a troca de família como também para evitar que a noiva tropeçasse ao entrar  – o que era considerado sinal de mau-agouro.

Ou seja: quem não adota o sobrenome do marido com a justificativa de que é machismo, não poderia coerentemente achar romântico o marido entrar com a noiva nos braços para a noite de núpcias…rs

A questão dos nomes varia muito de cultura para cultura: Na Itália hoje em dia, as mulheres não alteram seu nome de solteira, entretanto vem com a indicação nos documentos de que ela está inserida em outra família através da preposição latina in. Por exemplo: Maria Rossi in Bianchi. Rossi é o sobrenome do pai e Bianchi a nova família onde ela está inserida. E ela será chamada de Signora Bianchi. Não se coloca o sobrenome da mãe. Nos Estados Unidos as mulheres abrem mão do “maiden name” e adotam o sobrenome do marido como seu nome principal.Ultimamente, algumas têm mantido o nome de solteira e através de hífen, ligando-o ao sobrenome do marido. No Japão, o casal é obrigado a escolher um nome para a nova família, nome este que apesar de ser normalmente do homem pode ser também o da mulher – e assim por diante. Se a noiva tiver uma família tradicional de determinada nacionalidade, pode ser que queira seguir o padrão.

2. Como era no Brasil? Como é?

Durante um período, a mulher não tinha a opção de pegar ou não o nome do marido. Mais tarde, poderia escolher se queria ou não acrescentá-lo. A partir de 2002 o Código Civil diz que não só a mulher pode pegar o sobrenome do marido se quiser como o marido também pode usar o sobrenome de sua esposa  -O Código Civil, na parte que trata do casamento, estabelece que: “Qualquer dos nubentes, querendo, poderá acrescer ao seu o sobrenome do outro” (art. 1.565, § 1º, do Código Civil).

A  indicação deve ser feita preferencialmente no memorial de habilitação de casamento. Nada impede, no entanto, que seja feita posteriormente, até mesmo no ato da celebração, fazendo-se menção a essa alteração no assento de casamento.

Leia AQUI tudo que se refere à legislação de casamento!

3. Opinião de especialista

Vi algumas meninas usando como argumento que manteriam os nomes dos pais pois daria “muito trabalho” alterar os documentos. Eu pessoalmente não acredito que mudar documento seja algo tão trabalhoso que seja capaz de intimidar quem passa um ano preparando uma festa! rs Estamos mais do que acostumadas a tudo que é trabalhoso, não é? Por isso, após ouvir uma entrevista com um Oficial de Registro Civil fui conversar com um advogado.

O primeiro ponto é que não é tão difícil quanto parece uma vez que os documentos não precisam ser trocados todos de uma vez. A alteração pode ser feita aos poucos após o casamento. Nada do que foi feito antes com o nome de solteira será anulado. A regra-geral é que não dará problema. Óbvio que pode dar – e segundo ele, especialmente se a mulher mudar o nome e continuar realizando ações com o nome de solteira! – mas são realmente exceções e podem rarear se as mulheres que alterarem seus nomes de fato passem a usá-lo! rs É permitido que a mulher tire seus sobrenomes (mas mantenha ao menos um deles!). O maior trabalho aconteceria para retirar os nomes em virtude do divórcio – mas mais pelo divórcio em si, e não pelos nomes…

Concluo que quem quer de fato mudar, não precisa ver barreiras na burocracia. Não vai se intimidar por isso…

4. Dizem por aí que…(ou motivos para acrescentar e não-acrescentar o nome do seu marido ao seu!)

  • Adotar o sobrenome do marido é um tanto quanto machista.
  • A união só parece estar oficializada quando a mulher passa a usar o sobrenome do marido.
  • Adicionar outro sobrenome muda quem você é.
  • Não existe ideia de família se não há o mesmo sobrenome.
  • A ideia de individualidade só pode ser preservada se cada um manter seu nome como no nascimento.
  • A família pede para que você acrescente ou não acrescente o sobrenome!

Ad infinitum.

A verdade é quem tem gente que não vê motivo para acrescentar o nome do marido e tem gente que não vê motivo para não acrescentar. Sabemos que se é verdade que um nome não muda a questão da seriedade do relacionamento também não muda a identidade e nem tira a individualidade de ninguém. Respeito, paixão, carinho e amor  não dependem da adoção de sobrenomes. Quem tem vontade de mudar o sobrenome, deve fazê-lo: por amor, por carinho ou por qualquer outro motivo. E quem não tem, que não mude. Pelos mesmos motivos.

Só pesam as opiniões de duas pessoas nessa dança de quem acrescenta o nome de quem…SE é que acrescenta!

Ótima semana cheia de planejamento para as noivinhas!

Ise

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49 Respostas para “Senhora…?

    • A ideia de tirar o nome dos meus pais nunca me passou pela cabeça. Não faço mesmo. Tenho os dois!

      Uma vez o Gustavo disse que gostaria que eu pegasse o nome dele…. aí de uns tempos para cá diz que tudo bem qualquer coisa que eu decidir.

      Eu acho que vou pegar. Nunca me vi casando e não pegando o nome, sabe? Acho uma possibilidade legal de mudar e acrescentar uma coisa com muito significado afetivo na sua vida…

      Mas como você, nem sei ao certo o porquê. Para mim, sempre foi assim.

  1. Ise, gostei muito do post! Acho super relevante a discussão – até porque “essa ou aquela escolha é idiota” não é argumento!
    Acho que tem muito um componente da identidade que se cria ou não entre a noiva e a família do noivo (ou vice versa, já que o noivo também pode adotar o sobrenome da mulher).
    No meu caso eu não mudaria – não mudarei, na verdade – meu sobrenome simplesmente porque não tenho naaada a ver com a família do meu namorido.
    Eu adoro a família dele e tudo, nos damos muito bem, mas não existe aquela identidade, aquele componente agregador sabe?!
    Acho que é por aí, e no fim das contas, a escolha é subjetiva mesmo!

    Bjss

    • Oi, Dé!

      Não sei se é necessária existir essa identificação total com a família…mas gosto de pensar na minha identificação total com o Gustavo. Imagino que o pai dele vá gostar de ver o filho passar o nome dele à esposa…

      Mas sei lá, de repente não. De repente só eu me importo com isso! hahahahaha

      É muito subjetiva sim. Eu nunca tinha pensado nessa questão da identidade…penso na minha vidinha com meu maridinho. Para mim soa como uma jura de amor eterno!

      HAHAHAHAHHAHA

      Olha o tamanho da subjetividade…

      Vou pensar muito nisso até me decidir oficialmente.

    • Bom…eu sou Thaise Venturini Pregnolatto. O Gustavo é Olavo de Mello.

      Ficaria Thaise Venturini Pregnolatto de Mello.

      Mãe, pai e amor-meu. Carregando todo mundo no meu nome. Minha história. Too much? Muito exagero? Muito longo?

      Juro que para mim soa estranho. 25 anos sendo Thaise Venturini Pregnolatto…qq coisa que eu coloque do lado parece…adesivo! hahahaha

      • hehehe nao fica comprido naum! eu tenho tres sobrenomes!!! o dia que eu me casar, naum pretendo tirar nenhum deles!! e nenhum ‘adesivo’ parece combinar com eles!!! mas o seu fio bonito! meio ritmado.. sei lah!

  2. Ise, este e’ com toda certeza um assunto com as opinioes das mais diversas.
    Eu mesma tenho debatido com o q farei com meu sobrenome depois de casada. Como vc explicou, no USA a mulherada tira o proprio sobrenome e mantem apenas o do marido, ou ate’ existem algumas q mantem, mas se nao colocam o hifen, na verdade apenas o ultimo nome sera’ considerado o sobrenome. Nao quero abrir nome dos meus sobrenomes (tenho o da mae e o do pai) mas tbm n gosto deste bendito hifen…

    Tenho lido tantas opinioes a respeito que na verdade, so fico mais confusa rsrs Preciso de fatos contundentes para formar uma opiniao e a verdade e’ que nao existe uma razao universal para se vc justificar a mudanca ou nao de seu nome. Como vc colocou e’ uma decisao mais de “feeling” do q qqr outra coisa.

    Sinceramente nao acho que adotar o sobrenome do marido seja algo machista. Sim e’ um costume de uma sociedade patriarcal, mas acredito que hj seja mais para o fato de representar a familia como uma unidade do q qqr outro questionamento.

    Se ele acrescenta seu nome, se vc acrescenta o dele ou blablabla esta corretissimo como vc colocou e’ uma decisao do casal que deve ser baseada naquilo que eles acreditam e acham mais adequado. Jamais removeria nenhum nome da minha familia e n tenho certeza se adoto ou nao o do noivo, para ele o que eu decidir sera aceito sem problemas. Ele gostaria que nos tivessemos o mesmo sobrenome, mas como esta seria uma alteracao no meu nome, ele acredita que tenha q ser uma decisao minha. A verdade e’ que ainda n decidi: “acrescentar ou nao acrescentar, eis a questao” rsrs E vc Ise, ja se decidiu?

    • Exatamente. Representar a família como uma unidade. Eu gosto de pensar que eu e o Gustavo seremos mais do que um contrato: seremos uma família. Com um ponto primordial: ele será o único membro da família que eu, de fato, escolhi.

      Eu acho essas coisas muito fortes.
      Talvez eu seja boba…mas para mim significa muito ter escolhido esse homem para ser pai dos meus filhos…

      Como eu te disse…acho que estou mais tendenciosa ao acrescentar. E te admito, estou pensando mais como filha do que como mulher: sempre achei LINDO a minha mãe ter o sobrenome do meu pai…e eu achava lindo que tivessemos todos (menos o meu pai! hahaha) o mesmo sobrenome…Imagino que um dia talvez a minha filha possa me perguntar porque eu não quis o sobrenome do pai dela. E eu talvez não tenha uma resposta plausível.

      Mas não abro mão dos sobrenomes dos meus pais, de jeito nenhum.

      Thaise Venturini Pregnolatto de Mello. O que você acha? Como funciona a italianada lado a lado com a mineirada? =P

  3. Oi, Ise!

    Em primeiro lugar, gostaria de te parabenizar pelo blog! Estou adorando os temas e sempre que posso dou minha visitinha por aqui.
    Amiga, eu não pretendo mudar meu sobrenome não… o sobrenome do meu namorado é igual a um dos meus sobrenomes, e é justamente o que menos gosto! Eu pensava que casando eu conseguiria retirar o dito cujo e não duplicar… hehehe Mas já que é assim com a gente, vou manter meu nome como é, já que gosto do meu último sobrenome (italiano, você entende como isso é especial para mim, uma apaixonada pela Itália e pelas origens… hehehe). Meu namorado já disse que não vai querer adotar o meu. Vou deixar para decidir sobrenomes quando vierem os filhinhos então… hehehe
    Olha, em relação às burocracias para mudar de nome e afins, sabemos que sempre é um porrezinho, mas para quem está decidida a mudar mesmo é o preço a pagar. Cada casal ou cada pessoa fica feliz de uma forma… e para qualquer coisa sempre tem um esforço a empenhar… vale a pena para quem quer, seja com ou sem dor de cabeça. Para minha cunhada não foi simples, teve que alterar dados em vários lugares, fazer novos documentos, mas agora já está tudo certinho. É coisa que passa… =)

    Deixo um grande beijo para você e para todas as noivinhas!

    Ainda não integro o time de vocês mas adoro casamento (minha irmã é assessora e converso sobre essas coisas com ela praticamente todo dia… hehehe) e em breve estarei com vocês, se tudo correr bem =) No meio tempo, vou participando das discussões gostosas… adoro esses papos bem “de amiga”! hehehe

    Day =)

    PS: Deixo um link interessante que vi no ano passado, sobre a forma de uso dos sobrenomes em diferentes nacionalidades. Espero que também gostem da curiosidade: http://super.abril.com.br/cotidiano/qual-origem-sobrenomes-507933.shtml

    • Day, minha amiga tão querida!

      Você já é noivinha: está pensando, se organizando, fazendo planos. Ninguém precisa de uma aliança na mão para ser noiva não.

      Com relação ao sobrenome italiano, eu pretendo continuar trabalhando na escola com meu code-name: Thaise Pregnolatto. Não tenho que apresentar meus documentos para aplicar prova, não é? rs Vou continuar italiana do mesmo jeito, mas com o nome do meu amor do ladinho do meu!!! rs

      Se eu acrescentar o nome dele, claro! =P

      • Ise, mas sabe como eu sou libriana… sonha, voa, mas só acredita numa coisa mesmo quando a vê concreta (e muito!) diante dos olhos! hehehe Vou me sentir mais noivinha no dia em que estiver com minha aliancinha dourada na mão direita, mas já estou me inteirando das coisas, fazendo planos… fase gostosa =) Ah, acho que posso me considerar um pouquinho então… hehehe
        Em relação aos nossos sobrenomes italianos, eu também acho que não é o fato de acrescentarmos o sobrenome do marido que vai mudar nossas raízes e identidade… continuaremos “italianas”! hehehe O que muda é o que você comentou, essa coisa bacana de parecer uma nova família, passar tradições adiante, de se sentir um pouquinho mais “esposa” (é subjetivo, mas acontece). Eu acho super legal quem adiciona o sobrenome do marido, e como você e outras meninas escreveram aqui, eu também não subtrairia os meus. Acho que seu sobrenome vai ficar bonito com o do Gustavo junto sim… ai, que romântico! =D
        A minha mãe também adotou o do meu pai e ficaram todos os filhinhos com sobrenome igual ao dela. Mas no meu caso, acho que não vai rolar mesmo… tenho “Santos” como penúltimo sobrenome e meu namorado como último… aí surge o dilema. Nada contra o sobrenome “Santos” (para ele fica bacana), mas eu gosto do meu nominho assim, com o sobrenome italiano por último. Só adicionaria outro que gostasse e fosse diferente do meu (mesmo que não fosse italiano… hehehe) e não o mesmo que tenho (e gosto menos… só mantenho porque é da mamãe! =P).
        Pois bem, terei que me sentir mais em unidade com ele de outra forma… E o pior é que nessa parte sou meio “sargento”: adoraria passar meu sobrenome como oficial aos meus filhos! Já meu namorado não gosta nem um pouquinho da ideia… hahahahaha
        Em relação à menina que comentou sobre o lance da identificação com a família do sobrenome, é uma coisa que pode mesmo incomodar… eu entendo. Para algumas pessoas nem sempre é fácil desvincular o futuro marido do sobrenome de uma família que nem sempre é legal… e, sendo assim, talvez ela não fique com a menor vontade de alterar mesmo. A família do meu namorado é dez para mim, mas eu faria igual ela se esse fosse o meu caso… hehehe

        Beijo, amiga querida! =)

  4. Apesar de não ser noivinha ainda, também não me vejo sem acrescentar o sobrenome do meu (futuro) marido…
    Sei lá, acho que pra mim a idéia da família ter o mesmo sobrenome é importante.
    Ah, e também não tiraria nenhum dos meus sobrenomes, também tenho um da minha mãe e um do meu pai, e não vejo nenhum problema nisso! rsrs
    Ah, senti falta dos posts diários na semana passada!

    Beijos

    • Hahahaha ainda bem que não sou a única da nossa geração. Dá para perceber que somos minoria esmagadora, né?

      Oh querida!!!! Que lindo saber que alguém sente falta quando não escrevo! Dependendo da semana, não consigo! Para postar diariamente, tenho que deixar uns posts prontos ou meio-prontos, sabe?

      • Pois é, estou vendo… talvez seja alguma tradição de famílias (especialmente as paulistas… rsrs) com origem européia… hehe
        Meu pai tinha um tio que não ficava satisfeito enquanto não nasciam homens na família, pq afinal de contas, alguém tinha que ser responsável pela continuidade da família através do sobrenome! rsrs
        Alguns até podem achar machista, mas é uma tradição.
        Imagino… não é muito fácil manter um site, né…
        Mas é muito legal, acho que pq me identifico com vc em muitas coisas…
        Me manda um email pra gente conversar! rsrs

      • Meu avô teve 6 filhas e meu pai. Logo, meu pai seria o único responsável por passar o sobrenome da família como sobrenome principal para a frente. Nasci eu…e aí nasceu meu irmão! Acho que sempre fomos os mais preferidinhos por sermos Pregnolatto legítimos hahahahaha…e meu avô foi até padrinho de batismo do meu irmão, o único neto que passaria o nome para a frente…o sangue!!! hahahaha
        E eu acho lindo.

  5. Seus dias de Srta. Pregnolatto estão chegando ao fim… Acostume-se com Sra. Thaise Venturini Pregnolatto de Mello!!! 😉 Gostei assim… não é tão grande quanto um Dom Pedro de Alcântara Francisco bla bla bla…, mas é legal e fica bem bonito e tem marca registrada: minha! 😉

  6. ..Adorei o POst Ise!
    Apoio totalmente Acrescentar o Nome do Noivo..Eu tbm nao vou tirar nada..Só colocar..hehehe
    Penso que meu noivo vai ficar muito feliz e a familia dele tbm, desde o começo já sabiamos que acrescentaria um nomezinho..rs
    Concordo em gênero, numero e grau contigo..
    Ê Blog..Blog que tanto admiro!

  7. Eu penso muito sobre este assunto, mas não consigo decidir… Adorei este post, bastante esclarecedor!
    Apesar disso, continuo em dúvida!
    Esta vida de noiva é cercada de muitas dúvidas! São muitas escolhas, muitos detalhes…
    Depois ninguém sabe o motivo das noivas ficarem neuróticas!!

  8. Oi!!Quando fui dar entrada na minha habilitação do casamento,já fui decidida para acrescentar o último sobrenome do meu noivo.Fiquei toda boba!rsrs Simplismente acho lindo, talvez por eu ser bem sensível e romântica e não acho machismo não. Minha habilitação fica pronta dia 18!Tá chegando meu dia!!aiaiaiia.
    Mudando de assunto,que tal fazermos uma lista com as datas dos casamentos das noivinhas que participam do blog?E serão muitas!!Dá até um post!rsrs
    bjs querida

  9. Bem provavelmente não mudarei meu nome, simplesmente porque amo meu nome, mas se mudar farei inveja às princesas. Hoje Angélica Cristiani Pereira Nunes Pinheiro ficaria Angélica Cristiani Pereira Nunes Pinheiro de Mendonça 😛

  10. seu post já virou motivos de discussões… Não posso nem sonhar em mais uma vez tocar nesse assunto… digo que hoje não colocaria… pode ser q mais pra perto do casório no civil mude de idéia..rs
    bj.

  11. OI Ise!

    Estou adorando os seus post…parabéns!!!

    Eu pessoalmente não irei mudar meu nome… Leo até gostaria, mas não se importa se eu não mudar, uma vez que ele também não mudaria o dele.
    Na verdade tenho uma experiência ruim com isso… meus pais são separados e minha mãe havia colocado o nome do meu pai e ao separar tirou o nome dele… só que na minha carteira de Identidade e todos os meus outros documentos sempre será com o nome de casada da minha mãe… e já tive problemas até em empregos, aonde tive que trazer documentos comprovando que minha mãe separou e mudou de nome … uma chatisse!

    Não acho machismo (até porque eu acho que sou meio machista… não sei quem foi rasgar sutiã na praça… mas não fui eu! hahahaha), e até acho um gesto bonito e realmente simbolizando a união do casal e da nova família, mas… traumatizei!

    Beijinhos de BH!
    Venha nos visitar!
    Mari.

    • Olha só, que legal!!! Você aqui!!

      Nossa, nunca tinha pensado por esse lado. Mas de qq forma, prefiro não pensar no divórcio….senão nem caso!!! hahahaha Ainda mais com o Gu…=P

      Também sou meio machista e concordo com a parte do sutiã!!! hahahahaha

      Estamos indo visitá-los sexta-feira!! Temos um casamento no sábado, mas não sei se ficamos em BH ou Lagoa Santa… vou pedir pro Gu ligar qdo estivermos em BH.

      • Acredita que custei a descobrir como fazer para comentar um post seu! Era tão fácil mas custei! hahaha
        Pede pro seu noivinho ligar pro Leo mesmo e encontramos na sexta!

        Saiba que estou aqui de olho… direto de minas para seu blog!! Continuo acompanhando!

        Bjinhos!
        Mari.

  12. meu sobrenome Thaise iria ficar enorme… acho q td é questão de costume…hj soa estranho…
    Fernanda de Barros Cardoso WANDEKOKEN

    nunca q iria tirar um sobrenome…

  13. Eu fiz o seguinte: procurei, procurei, procurei…. até que encontrei alguém com o mesmo sobrenome que eu! hahahaha

    Assim eu passo de Srta Pereira para Sra Pereira e ta tudo certo. 😛

  14. Eu tive que colocar, mas só assino meu nome de solteira.. o meu nome de solteiro é curto e lindo… juntando o dele fica muito brega.. hehehe…. passado 1 ano do meu casamento ainda não mudei meus documentos.. falta de tempo e muita preguiça.

  15. Eu sou casada há 5 anos e até hoje não mudei meus documetnos, hehehe…
    EU não tirei meu sobrenome de solteira, só acrescentei o do meu marido no final, mas uso mais o dele do que o meu, por ser meu nome de “trabalho” hehehe
    beijosss… muito bom o post

  16. Bom, aproveitando o post, gostaria de perguntar se ao casarmos, temos que pegar o ultimo nome, ou podemos pegar algum nome do meio, pq temos o mesmo sobrenome final! (Acho que fui meia confusa na pergunta, mais espero que tenha entendido a pergunta) ;DD

  17. eu acho que cada mulher é que decide, na minha opinião ficar com o nome do marida faz com que depois toda a familia seja reconhecida dessa forma ( familia ribeiro, familia costa…) e nao vejo mal algum nisso… eu gostava muito de ficar com o nome do meu namorado um dia porque é muito lindo, sou vania costa, e passaria a vania lourenço! hehehe

  18. Desde que a lei de não ser mais obrigatório a mulher acrescentar o nome do marido saiu, se bem me lembro no início de 2003, adorei a ideia.
    Dali em diante já tinha me decidido – não mudaria meu nome de forma alguma, nem que o meu noivo assim o quisesse. A não ser que ele também acrescentasse o meu ao dele (o que também passou a ser permitido).
    Meus pais me deram um nome que tinha significado pra eles e o sobrenome dos dois. Escolheram com carinho e cuidado. E minha mãe sempre me disse que se arrependeu em ter tirado o sobrenome da mãe dela (pra que o nome não ficasse tão grande).
    Eu sempre tive vontade de casar. Mas colocar um nome não me fará sentir “mais casada” do que se não colocar. E por isso, pra mim, não vejo a necessidade de acrescentar. E outra, já acho meus sobrenomes tão bonitos – Fonseca Brandão, e já estou tão acostumada com eles que, se acrescentasse mais um, perderia um pouco a identidade e acho que não soaria tão bem (tipo, Carla Roberta, Fernando Joaquim, hehe).
    E meu noivo também não vê necessidade em acrescentar o dele. Conversamos sobre o assunto ele me disse que sou eu quem tenho que decidir, e que o que decidir, está bom. Não é a toa que amo esse homem, né? 😀
    Acho muito pessoal a questão de acrescentar e/ou tirar. Mas sou da opinião que, mais de 4 nomes acaba sendo muito. Quem precisa de mais de três sobrenomes???
    Mas, again, é algo extremamente pessoal. Cada um tem que fazer o que sente vontade e respeitar a opinião alhei, inclusive não forçar a noiva a acrescentar o nome (como já vi acontecer).
    Grande beijo.

  19. Mudar nome? Que bobagem, casei e não mudei, se eu fosse ter todo trabalho de mudar documentos aqui na Europa, ficava doida! Deixa como está mesmo, mais simples, bonitinho, curtinho, etc. Nem aliança eu uso! Acho que não é isso que faz o casamento, mas o comprometimento/sentimento que se tem com/para o outro. Ponto.

  20. Ainda não sei se vou mudar o nome ou não. Na verdade, tenho vontade de acrescentar um sobrenome sim, mas da família da minha mãe, não gosto do fato de ter só um dos sobrenomes do meu pai (E de todos me olharem com aquela cara de “só isso?” quando digo meu nome). Mas não sei quanto a colocar o dele… Será que podemos criar um sobrenome ‘novo’ para nossa família? Alguém sabe se isso é permitido, ambos adotarem um novo sobrenome, que nenhum dos dois tivesse anteriormente? Porque quero que tenhamos o mesmo sobrenome. Mas não gosto muito do (único) dele. >.<

  21. Pingback: Os números de 2010 « NOIVA MUITO NEURÓTICA·

  22. Bom, eu quero mudar e pra mim, complica mais ainda rs. Eu explico:

    Quero pegar o sobrenome do meio do meu noivo e não o último. Já vi vários casais fazendo isso mas não sei se é mais difícil ou se depende do cartório, enfim, vou mudar sim!

    Acrescentando o post nota dez da Ise, acredito que isso venha de família. Eu sempre quis mudar e minha mãe mudou qdo casou. Meu noivo nunca achou q eu ia querer mudar e a mãe dele não mudou qdo casou. Sacaram? Acho q eh meio de exemplo de casa isso… criação, sei lá…

    Bjo meninas!

    • Deve ser mesmo! Eu achei LINDO o meu convite de casamento com a minha mãe com o nome do meu pai e a mãe dele com o nome do pai! =)

      Não sei se te ajuda, Renatinha…mas olha um site que se chama casamentocivil.com.br Se não me engano, consultoria para essas coisas!!!

  23. Pingback: Manual do Casamento Civil – e algumas fotos do meu! | NOIVA MUITO NEURÓTICA·

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